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O Elvis não morreu, continua vivo e mora numa roulotte na Califórnia

O Elvis não morreu, continua vivo e mora numa roulotte na Califórnia, é um blog de música, de momentos, de memórias, de eventos, de acontecimentos, novidades e reportagem sobre música.

27
Out15

Complicações

Elvis

eodm1_photo_gal__photo_552791968 (1).jpgQuando tudo corre bem, olhamos à nossa volta e não conseguimos antecipar problemas, às vezes não sabemos como, mas as coisas complicam-se. Basta uma palavra mal medida, uma resposta imprevisível a uma pergunta inócua. Do nada, o que era simples complica-se e às vezes complica-se muito! Questões básicas transformam-se em problemas de vida ou morte, deixa de haver consenso ou unidade. Onde o lema era: remamos todos para o mesmo lado, substitui-se por: senão estás comigo, estás contra mim. É quase esquizofrénico passar de um extremo ao outro, sem ver que entre eles há um espaço infinito. Depois de muito esgravatar as complexidades, às vezes para-se, e pensasse… não será isto absurdo? Não será isto demais? Respiramos fundo, começamos a ver o infinito entre extremos e começamos a descomplicar…

Há bons e maus músicos, há bons e maus executantes, mas depois há uns quantos que são simplesmente geniais. Josh Homme, está para mim na categoria dos génios. Goste-se ou não de Eagles of Death Metal (EODM), Them Crooked Vultures, Desert Storm, Kyuss ou Queens of the Stone Age (QOTSA), a genialidade de Homme é confirmada e reconhecida não só pelos seu projetos, como pelos seus pares, tendo colaborado com artistas desde Trent Reznor aos Foo Figthers. Depois de ter sido injustiçado no Rock in Rio Lisboa 2014, quando os QOTSA perderam o estatuto de cabeças de cartaz, para uns pequenos e miseráveis Linkin Park, Homme regressa a Lisboa no dia 10 de dezembro, para atuar no armazém F, acompanhado dos EODM! Recomendo! Recomendo! Recomendo! Vou! Vou! Vou! pelo menos espero ir, não há de ser assim tão complicado...

26
Out15

Este deve ser o sitio…

Elvis

Onde quero estar? Onde é que todos queremos estar? Por hoje a resposta vem nesta música. Um clássico dos Talking Heads, aqui interpretado pelos Iron & Wine, que irão subir ao palco do Teatro Tivoli no próximo dia 1 de Novembro, para um concerto que recomendo a todos. O estilo folk que Sam Beam põe em todas as suas músicas, remetem para uma tranquilidade e paz incrível. Se juntarmos a isto que esta será a única música de amor escrita por David Byrne, temos a combinação perfeita. Domingo dia 1 no Tivoli, vai ser uma excelente oportunidade para ouvir esta e outras musicas do novo disco, bem como para recordar tantas outras, como Flghtless Bird American Mouth, celebrizada na banda sonora da saga Twilight.

 Gosto desta musica, revejo-me na letra. Frases soltas e fortes, sobre gestos, atitudes, ternura, dificuldades, mas sobretudo, porque me inspira um estado de cuidado, de proteção, daquilo que tenho, das pessoas que dão sentido à minha vida. Proteger isso é saber relativizar, porque o tempo é curto demais para ser desperdiçado nas diferenças. Em casa, é onde todos devemos desejar estar, numa casa sem paredes ou tetos, que encontra naqueles que mais queremos, o conforto de um lar. Vou para casa!  

 

  “I'm just an animal looking for a home, and share the same space for a minute or two, and you love me till my heart stops, Love me till I'm dead

25
Out15

Dia F 29112013 #1

Elvis

O dia, ou melhor a noite de 29 de Novembro de 2013, foi um dos dias mais importantes da minha vida. Foi um daqueles dias que pode ser definido como, o dia em que a vida muda irreversivelmente. Neste dia, tive resposta às perguntas que nunca coloquei. Parti por isso do fim para o principio. O destino surgiu à minha frente de forma arrebatadora e inevitável. Como em tudo o que é inevitável, é preciso partir da realidade e adaptar tudo o que está à nossa volta, para que tudo encaixe e nos seja possível agarrar o destino com as duas mãos. Sim, é isso mesmo, agarrei o destino com as duas mãos, os dois pés, os braços, as pernas, mas sobretudo com o coração e tudo encaixou milimetricamente. Tudo isto é verdadeiramente importante, pelo que, seguramente regressarei a esta noite em posts futuros.

 Esta noite foi profícua em surpresas e bons momentos, perante um coliseu com os habituais de migrantes do mexfest lisboa, descobri um magnifico quarteto feminino, cujo o som encheu aquela sala de rock! Rock à antiga! Ouvi uma voz que parecia a Susan Ballion, A.K.A Siouxsie Sioux, ou o baixo de Peter Hook, enfim senti e desfrutei de um grande concerto, daqueles que sem expectativas pré-concebidas, nos fazem dizer uau! 4 miúdas! A memória deste concerto fica para sempre, a memória desta noite também. E as respostas? As repostas surgem todos os dias, continuamos todos sempre atrás delas, mas a resposta mais importante só foi dada há uns tempos atrás, foi curta, simples e concisa. A resposta foi: SIM!

 

 

24
Out15

Bitter end

Elvis

Sou do tempo em que a MTV era um única televisão de Música. Sou da geração MTV unplugged, onde grandes nomes da música eléctrica, responderam ao desafio de trocar as suas guitarras eléctricas cheias de overdrive, por instrumentos acústicos.

Desde Eric Clapton ícone do rock, aos Kiss, passando por Bryan Adams, Thirty Seconds to Mars, ou os Pearl Jam, muitos foram os que ao longo dos anos responderam e bem ao desafio que a MTV lançou. Sem duvida que para história ficará sempre o famoso álbum de 1993 dos Nirvana, onde o grunge de seattle suou tão bem acústico. Hoje passados alguns anos, há uma sensação de um fim amargo, a MTV é um canal destinado a jovens, quase sem música e esta iniciativa acústica, cada vez mais reduzida. Ainda assim no próximo dia 27 de Novembro (dia fundamental para mim), fica disponível o álbum MTV unplugged dos Placebo, a única banda a actuar neste formato durante o ano de 2015. O primeiro avanço para esse disco é esta versão do clássico Bitter End, música que por sinal gosto, muito.

23
Out15

Dia zero

Elvis

Venci hoje finalmente a inércia que me tem impedido de iniciar este blog. Aqui vou falar de música!

A música acompanha-me sempre, momentos bons e maus, fáceis e difíceis, enfim em todas as situações da vida, não há um momento, um segundo que não seja captado numa música. As histórias surgirão, umas presentes outras passadas, outras futuras, e todas terão a sua música, a banda sonora de uma vida, aqui dia a dia, momento a momento.  

Hoje é o dia zero. A recordação musical mais antiga que tenho, é dos Beatles. Transportam-me para a inocência da primeira infância, onde ainda havia tardes sem televisão e tudo se passava com o disco a rodar a 33 rotações. John, Paul, Ringo e George, quando se juntaram em Liverpool, estavam longe de imaginar (nem nunca o imaginaram), que eu ia gatinhar a ouvi-los, ou ver a minha mãe ao sábado à tarde, aspirar enquanto cantarolava e abanava as ancas ao som das suas composições. Ou ouvir o meu pai dizer "tive muita sorte de ser da geração dos Beatles". Pai não foste só tu que tiveste sorte. Todos temos sorte de viver depois de 1960! Sim, estamos em 2015, 55 anos depois e ainda hoje ninguém os igualou! São geniais, inspiraram e inspiram, influenciaram a musica e os músicos modernos, fizeram e fazem revoluções. Hoje, avôs, pais e netos, podem dizer tive muita sorte de ser da geração dos Beatles! 

Na minha vida! Na minha vida sempre ouvi os Beatles, nostalgia do passado, aqui, agora e para sempre, como um casamento indissolúvel.  

 

Harrison, foste um dos melhores de sempre!

O Elvis na rede

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